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![]() Presente soturno.
Vivemos o apocalipse. Soturno, discreto mas certeiro. Alvos fáceis se expõem nas ruas, nos governos, nas doenças e, principalmente em almas... A Justiça investigada aponta sérios julgadores comprados por fraudadores ou banqueiros. Prisões atoladas porém, o crime anda ativo e eficaz. Quase todo mundo habitando um bolso de terceiro. Presentes, mimos, charutos raros, bebidas sofisticadas e, nenhuma honestidade possível. Disfarçadamente há o embate entre o algoz um contra o algoz dois, vide, que é extremamente religioso. Não sei se deus sabe de tudo... mas com certeza, não apoia. A cada notícia ou manchete há a destruição pública de honra, respeitabilidade ou da famélica justiça... Burocrática, exposta em audiências, no banco dos réus, das testemunhas, ou pior, perante aqueles que abismados não esboçam reação. Não ficam indignados. Não xingam. Não ameaçam a extinguir o mal... É o apocalipse contemporâneo. Há quem prefira as ditaduras. Há quem prefira as masmorras... O silêncio cúmplice a assistir a tragédia... Posso ouvir Ricardo III, meu reino por um cavalo! Eu diria: minha existência por alguma essência... porque esse niilismo mata indecentemente. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 23/09/2026
Alterado em 23/09/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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