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Tentei abrir a porta. Pronunciar o fonema Minha garganta arranhada sussurrava sons indecifráveis
A semântica se visto de signos e de enigmas Quem poderá decifrar?
Os filósofos? Os professores? Os clérigos a entoar rezas em latim.
Diante da morte Da finitude crassa Os silêncios tácitos da culpa O olhar molhado de lágrimas não vertidas...
Não chorei Não senti o peso enigmático... Seu rosto imóvel Sua mão fria E as palavras na lápide a decifrar o abismo
Tentei fechar a porta a chave na fechadura deu duas voltas o rodopio num segredo Quando tudo está evidente... Contextos imemoráveis...
GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 30/08/2026
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