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![]() A Filosofia da LinguagemA Filosofia da Linguagem
A linguagem como tema filosófico tem sido há muito tempo um dos mais relevantes domínios filosóficos. E, desde Platão com as inúmeras questões sobre a sua natureza, a relação com o pensamento e, o papel que a linguagem desempenha na comunicação e na relação com o mundo, com a verdade e, ainda, com a lógica que vêm sendo incessantemente discutidas. A linguagem é uma espécie de janela sobre a natureza humana. É a linguagem que permite, por exemplo, que o homem se expresse por meio da poesia nas artes, afinal, é na fala humana onde se projetam as estruturas hierárquicas, garantidas por algum tipo de dominação ou poder; é na linguagem onde se desenvolve a arte de convencer e persuadir. Sem dúvida, é instrumento fundamental para duas das mais relevantes atividades racionais humanas; a política e o direito. No direito, porque o exercício e o domínio da fala são fatores determinantes para convencer um juiz, o Tribuna do Júri ou qualquer um que esteja envolvido nas relações jurídicas. A importância da linguagem, podemos mencionar um caso no qual a semântica, estudo essencial da linguagem e ciência que trata do significado das expressões linguísticas, foi crucial em um embate jurídico que envolveu muito dinheiro. Convém recordar esse fato geopolítico, um dos que mais chocaram a opinião pública no século XXI, o episódio conhecido como onze de setembro ou nine eleven. O nome refere-se ao dia 11 de setembro de 2001, quando os Estados Unidos sofreram o maior ataque a seu território desde o bombardeio japonês à base de Pearl Harbor (no Havaí, em 1941). O 11 de setembro ficou marcado na história como o dia em que atentados terroristas foram realizados em solo americano e resultaram na morte de quase três mil pessoas. Os terroristas responsáveis pelo atentado eram vinculados a Al-Qaeda e realizaram seus ataques contra dois alvos: o World Trade Center, localizado em Nova York, e o Pentágono, localizado em Washington. Ao todo, os atentados de 11 de setembro causaram a morte de 2996 pessoas (esse número inclui os 19 terroristas). Entre o total de mortos, 2606 pessoas morreram em Nova York; 246, nos aviões; e 125, no Pentágono. Como mencionado, os 19 que faltam nessa conta eram os terroristas que realizaram o atentado. É difícil haver uma discussão envolvendo semântica poderia ser importante para qualquer desdobramento. Contudo, após o atentado terrorista que derrubou as duas torres do World Trade Center, em Nova York, uma série de julgamentos aconteceu a fim de determinar a quantia em dinheiro a ser paga pelo seguro do terreno das torres. A quantia em questão variava entre quinhentos milhões e três bilhões e o processo orbitava em torno da questão de se o desabamento das ditas torres representava um ou dois eventos. Se os advogados de Larry Silversrein, arrendatário do terreno das torres, convencessem a corte de que se tratava de dois eventos, o valor das apólices dobraria, e Larry deveria receber o montante de 7 bilhões de dólares. Os advogados da seguradora, entretanto, afirmavam que foi apenas um evento, já que os ataques contra os prédios faziam parte de apenas um plano, foram concebidos como parte de uma agenda só e, ainda, deflagravam uma única cadeia de eventos militares e políticos. Assim, a interpretação do significado da expressão evento adquire um teor puramente mental, pois trata da forma como foram concebidos os ataques. Já os advogados de Silverstein defendiam a tese de que haviam ocorrido dois eventos; a torre norte e a torre sul eram dois complexos distintos de vidro e aço, separados por um intervalo no espaço. Além do mais, as torres foram atingidas em momentos diferentes. Tentou-se argumentar também que uma delas poderia ter sido poupada, como no caso do terceiro avião que se dirigia a Washington e foi derrubado pelos próprios passageiros. Aqui, a interpretação de “evento” é puramente física e externa, pois trata de duas colisões contra dois arranha-céus distintos. Em suma, os advogados do arrendatário definiram o evento em termos físicos (dois desabamentos), enquanto os da seguradora o definiram em ferinos mentais (uma trama). A análise desse caso mostra como a semântica não tem nada de “mera”. Há mais de dois mil anos, o homem sabe que o discurso é uma arma poderosa que move multidões e altera o rumo de nações e do mundo. Portanto, compreender a estrutura, as nuances e os mecanismos da linguagem são fundamentais para usá-la de modo ainda mais efetivo. Churchill, certa vez, realizou um dos discursos mais memoráveis da história. E, tal discurso foi aberto como uma frase que se tornou famosa: “Não tenho nada a oferecer senão sangue, trabalho árduo, suor e lágrimas”. Esse foi o primeiro de três poderosos pronunciamentos de Churchill na Batalha da França, durante a Segunda Guerra Mundial. O poder de oratória do estadista foi essencial para convencer o povo a pegar em armas, enquanto Hitler e as tropas avançavam pela Europa. Assim, por esses e outros motivos, a linguagem é um dos temas mais centrais para a filosofia e para as práticas humanas mais elevadas. A predicação pode ser considerada com base em dois aspectos distintos: o objetivo, que leva em conta a existência de objetos e propriedades e a relação entre eles; e o linguístico, que considera a relação entre sujeitos de predicação e conceitos ou predicados propriamente ditos. Importa, para nossos fins, o segundo aspecto. Mas, exatamente, o que é a predicação? Basicamente, a predicação é um fenômeno linguístico por meio do qual designamos ou representamos uma relação de satisfação entre um termo sujeito e um predicado. Por exemplo: quando dizemos que “Sócrates é branco”, estamos afirmando que há uma relação na qual Sócrates satisfaz o predicado da brancura. Portanto, é bastante simples aquilo que se designa por predicação, uma vez que esse é um fenômeno básico da linguagem. ’Trata-se da estrutura semântica mais simples possível de uma proposição completa – tão simples que fica difícil imaginar como alguém pode afirmar que a predicação é impossível, como Estilpo afirmava. A teoria de Estilpo era a seguinte: quando afirmamos algo sobre Sócrates – por exemplo, que ele é sábio –, estamos ressaltando uma característica pertencente a Sócrates. Contudo, Estilpo argumenta que isso é uma ilusão, pois quando dizemos de Sócrates que ele é sábio, estamos dizendo sobre Sócrates que ele é algo que na verdade é diferente de Sócrates. Sócrates não é idêntico à sabedoria, Sócrates é uma coisa e sabedoria é outra completamente diferente. Da mesma forma, se afirmarmos que “o cavalo corre”, estaremos incorrendo mais uma vez em erro, pois “o correr” é algo distinto de “o cavalo” – ou seja, dizer algo acerca de algum cavalo que é diferente dele mesmo, então, é o mesmo que dizer que algo é aquilo que não é. Caímos, assim, em contradição, pois seria o mesmo que negar que “Sócrates é Sócrates e que o cavalo é o cavalo”. De acordo com Estilpo, portanto, as únicas afirmações que podem ser feitas são do tipo “Sócrates é Sócrates” e “o cavalo é o cavalo”, pois se trata de dizer de algo aquilo que é, e não uma coisa diferente dele. Aristóteles refutou Estilpo mostrando que “o ser se diz de vários modos diferentes”; basicamente, uma das interpretações dessa afirmação é que a cópula verbal “e” possui pelo menos três interpretações distintas. Seriam elas: 1. a de identidade, quando queremos afirmar que Sócrates é autoidêntico como em “Sócrates é Sócrates” ou “dois é a raiz quadrada de quatro”; 2. a de existência, com a qual podemos afirmar que “Sócrates é”, ou seja, que “Sócrates existe”; 3. a predicativa, mais conhecida e mais usada, que consiste basicamente na representação da relação entre um item ou objeto qualquer e uma propriedade. Conclusão: a solução de Aristóteles para o problema foi basicamente mostrar que Estilpo desconhecia ou ignorava as outras funções da cópula verbal. Dessa forma, ele reconhecia apenas a primeira função e a estendia para contextos inapropriados. na obra “Da interpretação” (Aristóteles, 2000) que Aristóteles apresenta um tratamento mais completo sobre as diversas partes que compõem a estrutura da linguagem. O tema principal é a natureza da contradição entre asserções. Uma contradição é algo que sempre envolve uma afirmação; assim, contradizer-se é o mesmo que afirmar e negar algo acerca de algo. Em termos menos abstratos, é como dizer que algum objeto tem e não tem certa propriedade ou como afirmar que alguém tem e não tem certa nacionalidade. O princípio de não contradição foi, formalmente, concebido pela primeira vez como um princípio filosófico por Aristóteles, com os princípios de terceiro excluído e identidade, que apresentaremos no capítulo sobre a lógica de Frege e de Aristóteles. A lógica e a contradição são assuntos cruciais para a retórica e para a dialética: elas consistem em apresentar a contraditória de uma tese proposta e apresentar um dilema entre tomar tanto a tese quanto a sua contraditória. Na obra “Da interpretação” (Aristóteles, 2000) que Aristóteles apresenta um tratamento mais completo sobre as diversas partes que compõem a estrutura da linguagem. O tema principal é a natureza da contradição entre asserções. Uma contradição é algo que sempre envolve uma afirmação; assim, contradizer-se é o mesmo que afirmar e negar algo acerca de algo. Em termos menos abstratos, é como dizer que algum objeto tem e não tem certa propriedade ou como afirmar que alguém tem e não tem certa nacionalidade. O princípio de não contradição foi formalmente concebido pela primeira vez como um princípio filosófico por Aristóteles, com os princípios de terceiro excluído e identidade, que apresentaremos no capítulo sobre a lógica de Frege e de Aristóteles. A lógica e a contradição são assuntos cruciais para a retórica e para a dialética: elas consistem em apresentar a contraditória de uma tese proposta e apresentar um dilema entre tomar tanto a tese quanto a sua contraditória. Embora a tradição filosófica ocidental tenha privilegiado a lógica aristotélica, ela não era a única nem a mais fecunda. Havia também a tradição lógica dos estoicos, pouco conhecida e, por isso mesmo, pouco valorizada. Perceba que há uma relação muito próxima entre a lógica e o estudo da linguagem. Pode não ter sido sempre assim, mas, hoje, os lógicos, os linguistas e os filósofos entendem, de modo geral, que a lógica consiste em uma ciência da demonstração: Como podemos ter certeza de que partindo de premissas verdadeiras podemos chegar a uma conclusão igualmente verdadeira sem desvios da verdade nem perda conceituai relevante? Uma demonstração consiste em uma série de passos e regras aplicados a sentenças interpretadas, no intuito de estabelecer as relações de inferência existentes entre cada sentença. Portanto, podemos dizer que a lógica consiste em uma ciência que estuda as relações inferenciais entre as sentenças de uma linguagem. Durante a era medieval, as discussões sobre linguagem ressurgiram em moldes não muito diferentes. Tomás de Aquino (1225-1274), seguindo Aristóteles, desenvolveu uma doutrina da abstração para explicar o conhecimento humano e como as palavras adquirem os sentidos que possuem. Para ele, o processo de abstração consiste no ato do intelecto, no qual este obtém o universal a partir dos entes sensíveis particulares – uma questão que reorientou os rumos da filosofia enormemente nos séculos seguintes. Ou, ainda, de forma mais dramática, no que diz respeito ao objeto abstraído, como nosso intelecto acessa as entidades matemáticas, a saber, figuras geométricas e números? É onde, por exemplo, a filosofia da linguagem se une com a epistemologia e a teoria do conhecimento. Como podemos conhecer o universal apenas com base no singular? Tomás de Aquino considera que, para a atividade cognoscitiva humana, é necessária uma abstração com base em fantasmas, “que são as imagens sensíveis produzidas a partir da recepção pelos sentidos externos dos aspectos sensoriais dos entes” (Silva, 2011, p. 173). Nesse sentido, para formarmos um conhecimento sobre algo no mundo, precisamos primeiro ter acesso ao universal ao qual esse algo pertence. É como se, para ter o conhecimento de “cavalo”, por exemplo, nosso intelecto necessitasse, antes, entrar em contato com todas as formas universais abstratas às quais pertence esse conceito. Só então vamos ter o conhecimento de um cavalo particular e poderemos usar corretamente a expressão. Décadas mais tarde, Guilherme de Ockham (1285-1347), criticou a teoria de Tomás de Aquino. Ele partiu do princípio do nominalismo, invertendo a primazia da relação universal-singular na explicação da aquisição de sentido pelas palavras e, principalmente, na explicação da aquisição de conhecimento. Ockham ficou conhecido por propor um expediente no qual os fantasmas de Tomás de Aquino são banidos da explicação semântica e epistêmica. Esse expediente ficou conhecido como navalha de Ockham e consiste em cortar ou descartar de qualquer explicação dessa ordem elementos desnecessários, como as etapas de abstração ou mesmo os fantasmas. Para Ockham, universais não se referem a entidades abstratas, mas são meras expressões linguísticas, componentes psicológicos do conhecimento. Considera-se que, com o passar do tempo, todos os objetos mudam ou têm as características alteradas – a única coisa que não muda e assim permanece, nesse sentido, é a substância. Mas, para o empirismo clássico, até mesmo essa noção advém da experiência. Imagine que você entra agora em uma sala e há uma maçã lá dentro. No momento seguinte, após sair da sala, você retorna e vê novamente uma maçã na sala. Digamos que você não foi muito longe e viu que ninguém entrou na sala, então, quando você retorna à sala, a suposição natural é a de que aquela é a mesma maçã que havia antes. Agora imagine que você retornou à mesma sala e você era a única pessoa com a chave que poderia abri-la e que, ao entrar, percebeu uma maçã já bem diferente da que havia visto. Provavelmente você pensará que ela já não tem a mesma cor, a mesma forma, o mesmo aroma e provavelmente o mesmo sabor pela ação do tempo. Contudo, também nesse segundo caso seria natural pensar que seria a mesma maçã. É a partir desse tipo de experiência que os empiristas dizem que não há, a priori, na mente, um conceito tal como o de substância, menos ainda algo na realidade que corresponda a tal conceito. Por isso, então, que apenas podemos afirmar que das coisas nós só temos as qualidades e nada mais. A segunda tese tem apelo na compreensão de que tudo que podemos separar na mente entra separado na percepção – ou seja, caso duas qualidades ao serem percebidas entrassem unidas na mente, não seria mais possível separá-las. Por exemplo: somos capazes de separar o vermelho da maçã da forma da maçã, mas seríamos capazes de separar o vermelho em partes ainda mais simples? baça essa experiência e você verá que há um grande apelo para essa tese. A terceira tese, por sua vez, compete à mente o papel de reorganizar as ideias segundo algum princípio. Percebemos, assim, que ela decorre da tese anterior, pois, se as ideias entram separadas na mente, tem de haver alguma instância ou faculdade reguladora que “reconstrua” a realidade internamente, ligando novamente as ideias segundo algum princípio. Com David Hume (1711-1776), os princípios reguladores que reconstroem as ideias na mente são justamente a recorrência e a contiguidade espaço-temporal, de acordo com as quais as ideias se apresentam na experiência. Assim, quanto mais recorrente for a proximidade com que as ideias (como a ideia de fogo e a ideia de fumaça) se apresentarem a nós, mais essas duas ideias estarão juntas em nosso intelecto. Do mesmo modo funcionariam a cor, a forma e o sabor da maçã – ou seja, nunca teremos a expectativa de sentir o gosto do limão ao ver um objeto vermelho, muito provavelmente uma fruta com várias características que acompanham nossa ideia de maçã – e que acreditamos ser ela –, devido ao fato de que sempre que a experimentamos, ela possui o mesmo sabor. Uma das principais doutrinas defendidas pelos empiristas é a de que a mente é uma “tábula rasa” ou uma “folha em branco” pronta para receber o material tias impressões sensíveis. Assim, apenas por meio da experiência seria possível compor o conhecimento humano. Nessa abordagem, o significado de uma expressão linguística é uma ideia na mente. A filosofia da linguagem explora a relação entre linguagem, pensamento e realidade, focando em conceitos como significado, referência, uso da linguagem e a natureza da comunicação. A área estuda como a linguagem é aprendida e compreendida, investigando se ela molda o pensamento ou se é o pensamento que define a linguagem. O significado das palavras é um tema central, analisado por meio de teorias como a referencialista, que liga o significado a objetos no mundo, a verdade-condicional, que se baseia nas condições de verdade das proposições, e a teoria do uso, que destaca o significado como determinado pela aplicação prática em comunidades. Conceitos fundamentais: Significado: Refere-se ao sentido das palavras e à sua capacidade de construir e transmitir ideias. Referência: Trata da relação entre as palavras e os objetos no mundo. Uso da linguagem: Analisa como a linguagem é empregada em contextos sociais e como seu uso molda o sentido. Compreensão da linguagem: Investiga os processos pelos quais os falantes interpretam e entendem a linguagem. Teorias e abordagens: Teoria referencialista: O significado de uma expressão é aquilo que ela se refere no mundo. Teorias verdade-condicionais: O significado de uma proposição é determinado pelas condições sob as quais ela pode ser considerada verdadeira ou falsa. Teorias de uso (Pragmática): O significado é construído e compreendido a partir do uso prático e da aplicação da linguagem em diferentes contextos e comunidades. Jogos de linguagem: Conceito de Ludwig Wittgenstein que descreve o uso da linguagem em contextos específicos, onde o significado é determinado pelas regras e circunstâncias de cada "jogo". Eis algumas teses que relacionam linguagem e ideologia. Mais especificamente, vimos as relações entre a base da fundamentação da ética e a possibilidade da legitimização da validade do discurso ético. Verificamos o que são juízos e o que são juízos de valor, analisando a distinção entre enunciados sobre o ser, enunciados descritivos, e sobre o dever ser, enunciado de valor. Observamos, sobretudo, a crítica de Hume da passagem do ser para o dever ser. Mas o ponto principal foi a teoria de Habermas, o modo como ele fundamenta a validade do discurso. A Ideologia e a Linguagem acarretam o reflexo da sociedade. Para teorias marxistas, a ideologia reflete as estruturas sociais e a luta de classes, sendo a linguagem um elemento dinâmico que a expressa. Não é Neutra: A linguagem não é um meio neutro; ela está sempre permeada por ideologias, que influenciam a forma como entendemos e nos relacionamos com a realidade. Disseminação Ideológica. Através de enunciações e discursos, a ideologia se manifesta, impondo certas visões e fazendo com que as pessoas se reconheçam dentro de um sistema ideológico sem necessariamente perceberem. Relação entre Filosofia da Linguagem e Ideologia. Desvelando a Ideologia: A filosofia da linguagem, ao analisar os discursos, pode desvelar os interesses e as condições sociais que os moldam, revelando o caráter ideológico da linguagem. O Papel da Palavra. A palavra é vista como um "signo ideológico" que carrega consigo a ideologia da existência, sendo fundamental estudá-la para compreender as estruturas ideológicas.
Referências
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GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 24/05/2026
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