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![]() Humano contemporâneoA fragilidade do humano contemporânea se manifesta na crise de identidade e também nos papéis sociais, onde homens sofrem a pressão para se adequar aos padrões masculinos rígidos, tais como nunca chorar ou o ser o provedor da família. O que gera ansiedade, dificuldade em expressar emoções e sentimentos e, acarretando problemas de saúde mental, solidão, e até o uso da agressividade como meio de validação social. A mulher dentro do espaço pública sofre com a divisão de tarefas que desafiam o papel tradicional do homem, criando uma instabilidade. Os altos índices de feminicídios e tentativas de feminicídio aponta que o homem vivencia um forte conflito que muitas vezes resulta em morte. Vigem expectativas contraditórias pois se espera que seja sensível, ao mesmo tempo, que recomenda-se que o homem devem reprimir emoções como tristeza, medo carência o que dificulta em muito o autoconhecimento. Outra motivo para a fragilidade reinante é que tanto a mídia como a tecnologia de informação e comunicação trazem informações fragmentadas, dificultando a profunda análise do significado de ser humano. Ademais, muitas vezes prevalecem apenas versões, ao invés, da boa e velha verdade. Há um franco desconforto em dividir responsabilidades e, em apoiar as parceiras em sua independência o que gera paradoxos indissolúveis. Reconhecer a fragilidade significa que é um passo para preservar a boa saúde mental e, ainda, transforma a experiência em aprendizagem. Não existem emoções proibidas tais como tristeza, medo, ciúme, inveja, luto, culpa, vergonha, saudade e ressentimentos... Não existe apenas os três principais instintos que são o autopreservação, social e sexual. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 06/02/2026
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