![]() |
|
![]() Você caiu no abismo imaginário da consciência. Traumas, sofrimentos e solidão nos assombram. Podemos aprender com tudo isso. Devemos nos tornar uma pessoa melhor por Sofrer as agruras humanas.
No torvelinho de caminhos e memórias Há encruzilhadas. Há contramão... E, o pior Há acidentes... Há crueldades inconscientes Há ardor de sentimentos mortos E, o nascer de sentimentos novos que se convidam ao cenário
Você caiu no abismo imaginário. Há fonemas. Há palavras Há semântica dotada de ventos tão poderosos que podem Derrubar um castelo de cartas... De metáforas... De poesias intrínsecas a sussurrar lamentos, A destilar ódio sem vodca.
Você caiu no abismo profundo Na zona afótica Só o solo invisível no breu existe E presente para a sola do seu pé... Dizem que cada pegada humana é sempre única... Tanto quanto as digitais dos dedos... Vestígios do crime de existir. De resistir e insistir...
O gladiador entra na arena Enfrenta inimigos visíveis e invisíveis Medos intrínsecos e explícitos. Mas, aquele olhar iracundo De quem jamais perdoará. De quem jamais será capaz de superar A sobrevivência sofrida para traduzir Uma essência apenas aprendiz, Adaptável e mutante...
E, chega mais uma primavera a oferecer flores para futuros velórios. As cores da primavera são corifeus Para o apocalipse das ideias e das essências mais importantes de toda a humanidade.
O amor da abelha rainha produz o mel mais rico. O amor da abelha se conclui com a morte do zangão Cumpriu seu ciclo. Regeu seu kharma. E, nas reticências palpáveis prosseguiu o mundo a girar e continuar, além de nossas certezas e de todas as primaveras.
GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 29/09/2025
Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|


