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![]() Sete de Setembro: a emblemática data da Independência do Brasil
No Dia da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, celebra-se o fim do domínio português, mas a história tem curiosidades como o fato de D. Pedro I ter pago dois milhões de libras esterlinas a Portugal para obter a independência, não estar montado num cavalo imponente, mas sim, em mulas, e não ter dito a famosa frase “Independência ou Morte!”, mas sim, a Maria Leopoldina, que ela ter assinado o decreto no dia 2 de setembro de 1822, o que fez com que o Brasil virasse um grande império e se tornasse uma nação soberana. Como o país não tinha dinheiro nos cofres públicos, foi preciso fazer um empréstimo com a Inglaterra. Esse foi o início da dívida externa do Brasil. Curiosidades sobre o processo da independência:
O Brasil pagou dois milhões de libras esterlinas a Portugal, o que mostrou que a liberdade não saiu barato ao país.
D. Pedro I não estava montado num cavalo imponente durante o grito, mas sim em mulas, devido a um problema de saúde.
O reconhecimento interno e externo do novo Império demorou a acontecer, com a Argentina sendo o primeiro país a reconhecer a independência do Brasil.
Não há confirmação histórica de que o grito tenha sido realmente proferido por D. Pedro I.
A separação oficial ocorreu no dia 2 de setembro, quando Maria Leopoldina, em uma carta, declarou o Brasil um grande país e o monarca um monarca do império. Outra curiosidade é a história de Maria Quitéria de Jesus. A militar baiana lutou na Guerra da Independência do Brasil. Disfarçada de homem, ela se alistou no exército e se destacou por sua coragem no campo de batalha. A determinação de Maria Quitéria a levou a lutar ao lado dos soldados brasileiros contra as forças portuguesas, desafiando os padrões da época. A baiana é um símbolo inspirador de como os indivíduos se uniram, independentemente de obstáculos, para alcançar um objetivo maior. Poucos sabem, mas as comunidades indígenas e afro-brasileiras também lutaram durante a busca pela independência. Eles integraram as forças nacionais, fornecendo suporte logístico e no combate em batalhas cruciais. Tal história reforça a existência da diversidade da nação recém-nascida, o que desafia as narrativas tradicionais que minimizam sua influência. Além disso, jornais e panfletos da época foram instrumentos heroicos de informação e mobilização. Os veículos foram fundamentais para espalhar ideias independentistas e fortalecer a chama da liberdade De acordo com historiadores, nenhum jornal da época noticiou imediatamente o “Grito do Ipiranga” em 7 de setembro de 1822. As primeiras notícias do evento, contudo, só surgiram a partir de 12 de outubro, quando Pedro I foi proclamado imperador do Brasil. “As comunicações eram lentas, e cá em Portugal os liberais não sabiam o que se estava a passar no Brasil. E no Brasil a mesma coisa, não se sabia que estava a passar em Portugal. As viagens eram demoradas. Podiam demorar dois meses, às vezes mais, outras vezes menos. Dependia dos ventos ou do que encontravam pelo caminho”, afirma o pesquisador português José Manuel, à Agência Brasil. Os Estados Unidos, porém, foram o primeiro país a reconhecer a Independência do Brasil, em 1824. O primeiro registro escrito, entretanto, foi relatado quatro anos depois, em 1826, pelo padre Belchior Pinheiro Ferreira, que era conselheiro de Dom Pedro e foi testemunha ocular do evento. Paradoxalmente, em 2025, os EUA desrespeitaram a soberania do nosso país e impôs extorsão tarifária para impedir o julgamento de um ex-presidente da república que cometera muitos crimes graves.
GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 07/09/2025
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