Viva a escrita!
Antes do surgimento da escrita, os antigos gregos encarregavam um mensageiro que poderia se deslocar de navio ou a cavalo para oralmente levar a notícia desejada. E, passando mais de três mil anos, desde a Guerra de Troia até a velocidade estonteante da informação no mundo contemporâneo foi possível em face do desenvolvimento da escrita. Pois assim, a comunicação era possível era possível mesmo que houvesse espaço temporal ou territorial entre o destinatário e remetente. A escrita ainda é relevante por ter se tornado um farto apoio à memória humana.
Ao grafar a informação, conferia-se uma boa durabilidade para escrever leis, regulamentos que fixavaam costumes e determinavam a quem se devia obediência e atenção. O advento da escrita perpetuou informações sobre o modus vivendi de povos, mesmo que vivessem em locais distantes e longíquos dos centros de difusão de informações. Foi apenas no século XV com a invenção da imprensa que se tornou possível a reprodução de jornais, livros e promover o acesso à leitura para maior número de pessoas. A descoberta da impressão se deve à Gutemberg e o surgimento da instituição "escola" e da alfabetização tornaram possível o maior acesso à comunicação em larga escala. Lembremos que na comunicação escrita, ao contrário, a informação oral por não ser imediatamente percebida, precisa ser mais explícita e mais completa a fim de permitir a adequada interpretação. A importância da escrita que revela a sua face mais séria é permitir o desenvolvimento de novas habilidades como narrar e redigir textos dos mais diversos gêneros e, ainda, dominar a ortografia do idioma e, permitir a compreensão de questões linguísticas mais complexas.Quem lê nunca está sozinho e, também quem escreve... afinal, a escrita lança-se ao infinito e perpetua não só a informação, mas principalmente, impressões humanas vivenciadas e ricas em valores e filosofia. Viva a escrita!