![]() |
|
![]() .
de meandros e ausências.
Há ondas de demências.
Enigmas sem esfinges. Esfinges sem enigmas. E, eu estupefato. Suspiro por um lirismo acabado.
Há uma ressalva implícita.
A culpa na sombra dos passos. Os passos perseguindo a culpa.
Não posso adorar deuses. Contundentemente aqui. Enraizada e cheia de benesses.
Meu degredo nessa plateia. e, inquieta vai plasmando gestos, Pranteia com sofreguidão.
Destruímos a arte. Sou fruto do descarte.
A gritar, sem simpatia, avisando do apocalipse. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 01/05/2024
Alterado em 07/05/2024 Copyright © 2024. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|


