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![]() Discursos que duelam. Olhares que esgrimam. Corpos que detonam mísseis de adrenalina. Palavras que disputam atenção e gritos que compõe a trilha sonora do desespero. Violências sub-reptícias no embate diário. Onde não se dorme. Onde não há descanso. Há ironias e farpas dilacerantes de ódio gourmet, raiva requintada flutuando nas bolhas de champagne ou da água mineral com gás E induzindo a embriaguez necessária e anestésica.
Para encobrir ferimentos, chagas e dores substituindo por outros incômodos. Substituímos a dor cerebralina pela estomacal. A agressão comezinha apenas pelo lirismo incidental.
Todas essas guerras implícitas. Abreviadas na semântica do olhar oblíquo. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 28/11/2021
Alterado em 03/01/2022 Copyright © 2021. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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