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![]() A aventura do (a) equilibrista a andar cuidadosamente sobre o abismo. A passear sobre a morte e a notável estratégia de contornar perigos e galgar a grandeza de habilidades. De certa forma, o equilibrista encarna a metáfora dos desafios diários que coexistem entre a essência e deslocamento, entre existência e evolução.
A construção da identidade do passo certeiro, da preparação mais adequada e a rotina de driblar os percalçs, no desafio da sobrevivência digna. Todo sonho requer empenho e estratégia e, a identificação de fatores restritivos, a construção de parcerias e engajamentos, a definição do tempo e planjamento. Explorando a narrativa e o simbolismo que envolve a superação do homem a vencer a natureza e a finitude diária mediando a vida. O equilibrista anda sobre o fio tenso existente entre a ciência, a religião e a política. No ninho de palavras que vão promovendo os desenlances da escrita. O fio que sustenta tantos roteiros, a partir de nossa intervenção no mundo. Somos todos equilibristas, a criança que se esgueira até a adolescência, e depois até a fase adulta. Porém, nem sempre com a maturidade indispensável para garantir a sobrevivência. Mas, a reinvenção do caminho a cada passo, o redimensionamento da própria gramática, pode fazer surgir novas semânticas para vetustos valores. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 14/08/2021
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