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![]() Confesso que adoeci.
Falta-me ar. Sonbram-me pernas bambas que erram o caminho e fazem da queda uma trajetória. Confesso que adoeci.
Rezai por mim. Quero minha alma bem encomendada. Quero alegria. Quero flores. Mas, quero recobrar a memória. Viver novamente
Aqueles momentos. Preciso agendar a sorte. E, tropeço E, me erguo novamente. Estou fragilizada
Mas não sou fraca. Há uma insistência em sobreviver. Há uma resiliência. Do limão à limoada.
Do chocolate, o amargor. Da pétala, o mel do pistilo. Do mel até o ferrão da abelha. A vida está nesses trajetos. Doçura, amargura, alegria e dor. Confesso que adoeci.
E que a poesia vai me curar. O lirismo vai me erguer. E, a esperança vai se renovar na manhã imaginária, na noite luzidia. Na eternidade paradoxal da morte. Coonfesso que adoeci.
É vírus. É alergia. É fato que põe ponto final Mas esconde mil reticências. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 16/12/2017
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