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![]() Há pactos selados com sangue
Outros selados com juras e palavras. Há pactos firmados com olhares. Com a serenidade das sombras Com a cumplicidade de sussurros.... Há pactos que feito correntes enferrujam... quebram... se esvaem.. Há pactos feitos na hora da morte... Na hora da incerteza. Na hora de ver o abismo que há em nós. E no sorvedouro da vaidade... tudo é aparência e perece envelhecendo a cansada essência presa à moldura dos óculos. Há pactos que são rituais... Juras eternas de amor eterno de tempo que a ampulheta desfia... Há tecidos rotos pelo tempo. Há faces esquecidas pela memória. Há gestos banidos da alma... Amar. Desamar. Amarrar Desamarrar... Como lendas que contam fantasias... Mirabolices entusiastas. Os pactos servem para serem cumpridos. Serem honrados. Mas se não há honra Como podemos jurar? Como podemos compactuar? Silenciosamente com cláusulas escritas nas dobras mágicas de um caligrafia imperfeita mas que contorna o possível. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 08/07/2016
Alterado em 08/07/2016 Copyright © 2016. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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