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![]() Qual é a fórmula?
Será uma equação ou inequação? Calcule a probabilidade. Projete ortogonalmente o evento. E, o presente é fenômeno já repetido no passado e prospectivo ao futuro. Qual é a essência? Está no âmago? Está na forma? Está no contorno exato de paradoxos. Na alquimia dos sentimentos Misturei amor e ódios. E amores e ódio. E muitas cores atingem e tingem o gris. Lá fora há alguma verdade. Passeando solertemente. Lá fora ainda reisdem impropriedades, bizarrices e escândalos acomodados em retinas cansadas. Em músculos exaustos de tanta resistência. Existe um meio. Existe um fim. E aonde estaria o fio da meada? Quando tudo isto começou? Nascem pensamentos ocos. Frases de efeito. Bravatas. Nascem em plena existência. Mas, na alma escondida entre tons cinzas esverdeados respira a esperança mórbida que afirma: que é melhor morrer lutando. Qual é a fórmula? O elixir da vida eterna? Do sucesso imediato? Da garantia absoluta. Se não sabemos da nossa ignorância Que rejeitamos a luz E banhados em sombras cogitamos em convicções cegas. Ideologias inumanas. Paradoxos insolúveis por crises de consciência. A fórmula absurda. Do presente exato e motriz a empurrar lágrimas, a deslocar brisas e confidenciar fracassos. Dê-me a sua fórmula. Pois o resto, é apenas forma. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 14/05/2016
Alterado em 14/05/2016 Copyright © 2016. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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