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![]() Um silêncio.
Uma porta fechada. Que se abre lentamente. E a luz invade o recinto. E o perfume atinge o extinto. Interrogações multiplicam-se nos olhos. Mas, fazem questão de calar. Há um ritual de gestos. Preparatório de semântica. Signos na encruzilhada provocam a tangente do lirismo. A gota de orvalho se mistura com a lágrima. A gota de veneno se perde no mar de queixumes. Calculo o pulo. E erro. Calculo o tiro. E, erro novamente. Não sei se idolatro o alvo. Ou se erro por pura demência. No sentido exato de tentar e tentar... até a exaustão. Tentar é mais interessante que simplesmente acertar. Há um cansaço desenhado no cavalo... que selado não conta sobre os caminhos que atravessou. Há um mistério prostrado para além do horizonte, escondido pela geografia. E explorado pelos astrólogos. Lendo as estrelas. Decifrando o futuro. Esquecem o presente. Esquecem as correntes da realidade. Enquanto que a sua presença inunda o ambiente Como um tsunami gentil, caldaloso e sensual. E desaparecem mares, dúvidas, mistérios e a sedução contamina a todos como numa hipnose coletiva. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 04/02/2016
Alterado em 04/02/2016 Copyright © 2016. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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