![]() |
|
![]() Como não amar?
o cintilar da inteligência dentro do olho... Que mira a sua existência como se fosse um holofote. Como não amar ? o afeto gratuito e engraçado que nos faz minimizar todos os conflitos Todas as guerras. Como não amar? Aquilo que nos torna próximos, humanos e mortais... A bizarrice cotidiana de palavras repetidas de gestos ritualísticos, e insistência cartesiana. Como não amar? Tudo a nossa volta. Em constante rotação. Na dinâmica furiosa do passar do tempo ou do simples esquecimento... Como não amar? O infortúnio, o tropeço a palavra engasgada seguramente na rota semântica. Despedir-se. Adiar a separação. Não é preciso. Porque o afeto torna tudo eterno. E o esquecimento nos faz amar novamente como crianças que procuram entender o porquê das estrelas cadentes... E o ritmo inexorável dos relógios a marcar tudo... Como não amar? aquilo que nos imanta... nos reverbera e faz de nós uma partícula de um todo inimaginável... Amar é um vício. E o ódio é perversão... Há muitos mais amores que ódios... E a violência é grito desesperado buscando a conversão. Converta-se. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 10/12/2015
Alterado em 12/03/2018 Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|


