![]() |
|
![]() A queda é prenúncio de voo O voo é prenuncio da eternidade e imensidão Estamos perdidos no mar de pensamento, no tsunami de sentimentos, e nas sombras enxergamos luzes que já se apagaram... O passo é prenúncio do caminho. O caminho é prenúncio da rota. Mapas, esquemas e equações resolvendo vetores do remetente ao destinatário. E o selo é a saudade... um registro último requerido como preço. O preço de se lançar. O preço para eventualmente se perder. Eventualmente se achar... Sem nunca pertencer a um único lugar... a única pessoa... ao único corpo. Dentro desse feudo corporal Há mil almaas, Mil áuras.. E as cores refletem nas múltiplas razões do silêncio. Hoje escrevi uma carta para você Falando de saudade. Da paixão que hoje são cinzas E do fato da fênix não renascer... As lendas em que acreditamos por vezes falham... Como falham os contos infantis em impedir as crianças de envelhecerem... Ainda assim, o tempo é prenúncio Da eternidade. Sejamos eternos na poesia diária de rimas sutis e cotidianas. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 20/11/2015
Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|


