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![]() Infinita poesia
Há infinita poesia nas lágrimas assim como há infinita poesia na chuva e no orvalho... Na gota de sangue. No mar e nos rios... No copo de água diante de nossa sede. Mas a nossa sede também é infinita. Apesar de sermos seres prolixos, pequenos, irracionais e pouco adaptáveis. Há um imenso lirismo na saudade... nos ventos nostálgicos recheados de odores da infância... o doce de leite, a bala puxa-puxa o chiclete mascado e depois defenestrado na lata de lixo ou posado em lugares impróprios. Nessa sequências de gotas e gotículas nas pérolas segredadas do mar. No canto das sereias. Nas lendas e histórias infantis. Existe a insistente poesia que a tornar nosso olhar humano, demasiadamente humano... Falho, equivocado e amante. Impreciso e improvável e fascinado pelo ser na realidade. Um cosmos dentre de outro... a girar em suas rotações e elipses num ciclo eteno de vir e devir. GiseleLeite
Enviado por GiseleLeite em 10/08/2014
Alterado em 10/08/2014 Copyright © 2014. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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